O Amor, não tem de ter definição!
É um sentimento mútuo e pronto.
Uns podem amar e não sentir aquelas borboletas na barriga, aquele nervosinho miudinho no estômago, aquela sensação impretinente, aquela falta de jeito quando se olham nos olhos.
Os outros, podem simplesmente amar, mas sem sentirem essas coisas todas.
Não está escrito em lado nenhum que uma pessoa por amar, tem de sentir isto e aquilo.
Sente o que tiver a sentir.
Mas de uma coisa estou certa, quem ama quer essa pessoa com todas as suas forças, quer beijar, quer abraçar, quer agarra-se à esperança de que nunca, mas nunca, se vão separar quer fazer planos para o futuro para garantir que ficam para sempre com aquela pessoa. Quer tudo de bom.
E nada mais importa.
Estão sempre a trocar mensagens carinhosas, sempre a rir, sempre a falar de assuntos em comum, sempre a pensar um no outro, e sempre importados com a pessoa em especial.
Se quiserem definir, definam assim.
Só assim, fica bem construído e dura.
Mas tudo o que começa acaba! É a lei da vida.
Sim, porque tudo o que é bom, acaba depressa.
E depois de acabar, uiiiii, depois de acabar, é isso mesmo que acontece, ACABA!!
Morre o sentimento, morre a esperança, morre o Amor, morrem os planos, morre tudo.
Desaparece Tudo.
E aparecem os insultos, as asneiras, o arrependimento.
Ficamos frustrados, de tão instantaneo que é. Como a mudança de sentimentos é tão rápida!
Precisa-se de chorar.
Porque tudo o que o coração não aguenta, escorre pelos olhos!
Lágrimas!
Serão lágrimas de felicidade? Ou de tristeza?
Felicidade por ainda serem amigos (ou não), ou tristeza por não serem mais que isso?
De qualquer das maneiras sofre-se, não há como evitar, por mais pequenino que o sentimento e a emoção foi, toca-nos sempre minimamente.
Quando se GOSTA, DURA, até que ACABA e DÓI.
...NÃO O DEIXES ENTRAR!
(mensagem a passar: NÃO TE APAIXONES!)
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