PESIDA

Fica desde já um aviso: sempre que aparecer PESIDA, já sabem:
- Post Escrito Sob Influência Do Álcool.

Princess *

I'm not a Princess. Not anymore.Quero voltar a ser criança :(
Joelhos curam mais rápido do que coração partido. E dói bem menos.

História.

Sim, quero ser Advogada.
Sim, quero seguir Advocacia!
Sei que é difícil, mas também ninguém disse que era fácil!
Tenho de ser culta.
Tenho de gostar de ler. EU ODEIO LER.
Tenho de aturar mais 3 anos, a minha querida e nada chata, professora de História, que todos os singulares dias em que me vê, pergunta se tenho a noção do quanto vou ter de lutar pelo meu sonho, e de quanto VOU TER DE LER, e eu respondo-lhe que sim, se não tivesse não estava naquele curso, a matar-me a estudar para nada. E no final da aula, ela vem, e me recomenda uma carrada de livros, que eu não vou ler.
Eu sei!
Tenho de me esforçar mais, se quero ser alguém, mas a vida é assim.
Hoje não quero fazer nada, quero é estar deitada na cama com o computador em cima, a ouvir música, e a falar no msn, em vez de estar sentada na secretária a estudar, e no futuro vou chorar porque devia ter estudado, E NÃO ESTUDEI.

Não. Sim.

Não, não gosto de ti.
Sim, és-me indiferente.
E agora?

Cultures

 Hoje, fiz uma viagem a olhar pela
janela, dentro de um comboio, onde o Sol batia forte nos olhos, e subitamente fui invadida por uma mistura de culturas!
 Sem querer ser indelicada, ao meu
lado estava um senhor de cor, não muito muito bem aparentado, e não muito bem agasalhado, provavelmente não tinha boas condições para viver, mas eu senti que nos olhos
dele ainda brilhava uma pequena esperança de que um dia, tudo se ia recompor,
pois de certeza todos os dias ele ia até à estação, esperava, apanhava o comboio
e seguia com a sua vida, sem olhar para trás.
Fazia a sua vida, mesmo estando longe do seu país, só para dar tudo do bom e do melhor aos filhos.
 Mesmo à minha frente, ia uma senhora de culturas indianas, com um piercing no nariz e uma corrente a ligar à orelha.
 Atrás de mim, ao desviar o olhar, vi uma mulher chinesa, que ia a falar com um ar de preocupada, diga-se de passagem, até bastante ALTO, ao telefone, eu ouvi, e observei o seu ar "amarelo", e olhem que eu posso pouco com pessoas que falam alto, mas até gostei. Foi deveras engraçado.
 Confesso que estava inspirada para as culturas nesse dia.
 O que aqui pode ser certo e complectamente normal, na culturas e sociedades destas outras diferentes pessoas, pode ser estapafurdio.
 E eu realmente,e em 10 minutos de viagem, senti o poder de outros hábitos, e outros costumes.
NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM.